Terminal de Carga de Palmas vai aquecer setor logístico, beneficiando todo o Brasil

O Tocantins tem um grande potencial logístico e, por isso, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) construiu em Palmas, capital do Estado, um Terminal de Logística de Carga (Teca) no Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues. Num primeiro momento, o terminal possibilitará um aumento de 50% na movimentação, em termos de volume de cargas domésticas e, posteriormente, permitirá que as empresas realizem operações de comércio exterior dentro do próprio Tocantins, contribuindo para o fortalecimento da economia estadual.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Eudoro Pedroza, destaca o potencial estratégico do Tocantins no cenário Norte/Nordeste/Centro Oeste do país. “É importante ressaltar a situação estratégica do Tocantins e de Palmas. Temos que considerar não apenas a população existente na nossa cidade, que é de 250 mil habitantes, tampouco o Estado do Tocantins, que tem 1 milhão e 500 mil habitantes; e sim, o entorno do Tocantins. São sete estados em volta e que compõem um potencial enorme para o aeroporto de cargas de Palmas. São mais de 6 milhões de pessoas e milhares de empresas que têm condição de abastecer os nossos aviões, a ferrovia e a hidrovia. O Tocantins é realmente a “bola da vez”, o Tocantins é a região do Brasil que está crescendo e vai crescer muito mais”, disse.

Pedroza fez um chamado para os empresários que pensam em se instalar no Estado: “A hora é agora. Quem quiser vir se instalar no Tocantins, venha logo, pois estamos recebendo empresários do mundo inteiro. Aqui, nós temos tudo. Temos energia, terra, geografia privilegiada e, principalmente, água”, enfatizou.
A construção do terminal de cargas em Palmas é fruto de um acordo de intenções firmado com o Governo, de maneira a fomentar a atividade industrial do Estado a partir do diagnóstico de oportunidades no setor de transporte de cargas da região. A execução da obra ficou sob a responsabilidade da Infraero, que investiu R$ 3,55 milhões.

Atualmente, os volumes movimentados em Palmas são processados diretamente pelas empresas aéreas, que utilizam parte do porão dos voos comerciais para transportar carga aérea. Com a instalação do Teca, essa movimentação poderá crescer consideravelmente, possibilitando a operação de aeronaves cargueiras para os processos logísticos no terminal, o que impulsionará as atividades de recebimento e envio de volumes no aeroporto.

Segundo a assessoria de imprensa da Infraero, a operacionalização do Teca de Palmas permitirá que empresas realizem operações de comércio exterior dentro do próprio Estado do Tocantins, sem a necessidade de passar pelos trâmites de nacionalização em outras unidades federativas. Essa possibilidade poderá fomentar o setor por meio do aquecimento da cadeia logística, beneficiando não apenas o Estado, mas todo o país, uma vez que o terminal terá condições de se configurar como um importante hub logístico – área onde são realizadas todas as atividades voltadas ao transporte, logística e distribuição de mercadorias por vários operadores – , conectando as regiões Norte e Nordeste com o Centro e Sudeste do País.

O complexo logístico de cargas de Palmas compreenderá uma construção modular, totalizando 1,2 mil m² de área construída, com uma área de armazenamento de 500 m², que poderá ser ampliada de acordo com a demanda local. O terminal de cargas vai operar inicialmente com a movimentação de carga nacional, com possibilidade de expandir as operações para importação e exportação, após ser liberado pela Receita Federal para tais atividades.

O armazém do complexo também contará com sala de atendimento ao cliente e espaços administrativos, guarita de segurança e três docas para o embarque e desembarque de cargas, que serão equipadas com elevadores. O terminal possuirá ainda um estacionamento de caminhões com seis vagas.

Fonte: http://surgiu.com.br/noticia/186092/terminal-de-carga-de-palmas-vai-aquecer-setor-logistico-beneficiando-todo-o-brasil.html

Exportação de industrializados do Estado tem alta de 19,4% em janeiro

Os principais compradores foram Argélia, Bangladesh, Rússia, Iêmen, Indonésia, Malásia e China

A receita com as exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul apresentou crescimento de 19,4% em janeiro deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado, saltando de US$ 233,7 milhões para US$ 279,2 milhões, o que representou participação de 86% de tudo o que foi vendido ao exterior pelo Estado no mês, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. O avanço foi alavancado pelas exportações dos grupos “Papel e Celulose”, “Açúcar e Etanol” e “Extrativo Mineral”, que proporcionaram, no comparativo com igual período de 2014, receitas de US$ 102,8 milhões, US$ 61 milhões e US$ 20 milhões, respectivamente.

Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, janeiro de 2015 registrou o melhor resultado já alcançado para o mês em toda a série histórica da exportação de produtos industriais de Mato Grosso do Sul. “Quando comparado com os resultados de igual mês, ao longo da série, vale ressaltar que de janeiro de 2010 até agora foram registradas 50 quebras de recorde nas receitas de exportação. O que equivale a dizer que o recorde para o mês, ao longo desse período, foi quebrado em 82% das vezes”, analisou.
Desempenho dos grupos
As exportações do grupo “Papel e Celulose” têm como principal produto a pasta química de madeira semibranqueada (celulose), que em janeiro 2015 registrou receita de exportação equivalente a US$ 97,1 milhões ou 94,5% da receita total do grupo, indicando crescimento de 7,4% em relação ao mesmo mês de 2014, quando o valor foi de US$ 90,4 milhões, tendo como principais compradores a China, a Holanda, a Itália, os Estados Unidos e Coreia do Sul. No grupo “Açúcar e Etanol” a receita de exportação em janeiro de 2015 alcançou o equivalente a US$ 61 milhões, crescimento de 153,2% sobre igual mês do ano passado, resultante em sua totalidade das vendas de outros açúcares de cana.
Em janeiro, os principais compradores do grupo “Açúcar e Etanol” foram Argélia, Bangladesh, Rússia, Iêmen, Indonésia, Malásia e China. Quanto ao grupo “Extrativo Mineral” a receita de exportação no primeiro mês de 2015 alcançou o equivalente a US$ 20,6 milhões, resultante basicamente das vendas de minérios de ferro não aglomerados e seus concentrados e outros minérios de manganês, que, somados, representaram 96,8% da receita total do grupo. Por fim, os minérios exportados por Mato Grosso do Sul tiveram a Argentina como principal destino com 98,1% das compras.

Fonte: Correio do Estado

China registra crescimento de importação e exportação de 6,1% em 2014

O vice-ministro do Comércio da China, Zhong Shan, afirmou hoje que o aumento real de importação e exportação do país atingiu os 6,1% no ano passado. Entre eles, o crescimento de exportação foi de 8,7%, sendo maior do que o valor esperado.

Porto de Lianyungang, na província de Jiangsu, na China.Porto de Lianyungang, na província de Jiangsu, na China. Zhong Shan declarou que a importação e exportação da China, manteve um crescimento estável em 2014, tendo um incremento de 0,5 pontos percentuais em comparação com o ano anterior. A velocidade do aumento foi superior à das principais economias mundiais e de outros países em desenvolvimento.

Desde a integração da Organização Mundial do Comércio, a contribuição do comércio exterior ao desenvolvimento econômico chinês já alcançou os 18%, criando cerca de 200 milhões de postos de emprego.

Fonte: Rádio China Internacional